Cinco vítimas prestaram depoimento à Polícia Civil e afirmaram que, em troca de vaga no time, precisavam ter relações intimas com Walhederson Brandão.
De acordo com a mãe, o bebê teria sido sequestrado e ela chegou a publicar um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda para encontrar o filho.
Padrasto se gabava em público das violência sexual praticada contra a menina, afirmando que “a criava para comer”.
Um bebê de 10 meses foi vítima de violência sexual no Hospital Universitário Onofre Lopes.