O Irã voltou a ser palco de protestos em várias cidades, em meio a uma grave crise econômica e à repressão das forças de segurança. Segundo grupos de direitos humanos e a imprensa local, mais de 40 pessoas morreram nos últimos dias. As manifestações começaram no fim de dezembro, após o colapso do rial, que perdeu cerca de metade do valor frente ao dólar em 2025, e com a inflação ultrapassando 40%. Com o avanço da repressão policial, os atos ganharam caráter político, com manifestantes pedindo a renúncia do líder supremo Ali Khamenei, no poder desde 1989. O governo afirma que não vai recuar e acusa influência externa nos protestos.
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